Fórum UNIV Brasil
O Fórum Universitário UNIV Brasil reunirá estudantes de universidades de todo o país, em São Paulo,
nos dias 29 e 30 de outubro de 2011.
Nesse evento, através da pesquisa, do ensino e da troca de ideias, o estudante tem a oportunidade de estudar problemas e abrir diálogos sobre eles dentro da comunidade acadêmica, assumindo, dessa forma, seus próprios deveres antes de exigir também os direitos.
Esse tipo de fórum universitário foi uma ideia com início em 1968, em Roma, e foi definida por um de seus criadores, como “uma forma mais atrativa e ‘revolucionária’ que qualquer outra forma de protesto” (Prof. Umberto Farri – ICU). Essa primeira ideia foi chamada UNIV, e acontece até hoje, sempre com temas atuais, reunindo milhares de universitários do mundo inteiro, um ano após o outro, em Roma.
Com o objetivo de tornar nossa comunidade universitária ainda mais inserida e participante nessa visão positiva de mudança, o I Fórum Universitário UNIV Brasil abre espaço para discussão nas diversas áreas do ambiente acadêmico, tendo como ponto de partida o tema do próximo UNIV romano: “Pulchrum: o poder da beleza”.
Calendário
03/set - Prazo para inscrição dos grupos e trabalhos
30/set - Prazo de inscrição para Fórum a preço promocional
02/out - Prazo final para envio de trabalhos (escrito e apresentação)
15/out - Prazo final de inscrição para o Fórum UNIV Brasil
22/out - Divulgação da aprovação de trabalhos pelo Comitê Científico.
29 e 30/out - Fórum UNIV Brasil
Inscrição (Participantes)
Inscrições feitas até 30 de setembro - R$ 15,00Inscrições de 01 a 15 de outubro - R$ 20,00
Inscrição (Trabalhos)
Inscrições encerradas.Clique aqui e veja o Edital de Participação para mais informações sobre o envio dos trabalhos.
O que é?
UNIV
O UNIV é um encontro universitário que o ICU (Instituto per la Cooperazione Universitaria) organiza desde 1968. Cada ano, milhares de estudantes universitários passam a Semana Santa em Roma, e assim têm a oportunidade de conhecer a riqueza cultural, histórica e espiritual desta cidade. Durante a semana, são organizados encontros culturais, congressos, conferências, exposições e concertos que oferecem aos participantes a ocasião de aprofundar nas temáticas específicas do mundo universitário, com uma particular atenção ao espírito de serviço aos mais necessitados.
Os primeiros encontros UNIV foram organizados graças ao impulso e à iniciativa de São Josemaría, fundador do Opus Dei: dezenas de milhares de estudantes e professores universitários, durante quatro décadas, puderam ampliar seus próprios horizontes culturais no clima universal do centro da Cristandade, graças às audiências especiais concedidas por Paulo VI, João Paulo II e Bento XVI aos participantes do UNIV.
Galeria de Fotos
O que é?
UNIV Brasil
O Fórum UNIV Brasil será uma etapa nacional do UNIV 2012, e, acontecerá na cidade de São Paulo, nos dias 29 e 30 de outubro de 2011.
Este encontro tem, entre outros objetivos, o intuito de fomentar a produção acadêmico-científica e a troca de ideias entre os mais diversos componentes da comunidade universitária de nosso país. Colaborando também para elevar ainda mais o número e a qualidade dos trabalhos brasileiros que poderão ser enviados ao UNIV de Roma, em 2012.
O que é?
Por que participar?
Participar do Fórum UNIV Brasil é muito mais do que simplesmente realizar um trabalho acadêmico ou colaborar com ele; é algo mais amplo, é chegar a uma visão mais profunda do trabalho universitário.
O estudante, em geral, carrega consigo a inquietação de mudar o mundo. Sente a responsabilidade de tornar realidade essa mudança, mas nem sempre sabe como fazê-lo. O UNIV é uma oportunidade de assumir tal responsabilidade, através da pesquisa, do ensino e da troca de experiências.
O Fórum UNIV Brasil apresenta-se como uma maneira concreta e possível de desenvolver a temática proposta para o UNIV 2012. Temática esta, que vem ao encontro dos anseios de nossa época, desejosa de valores que a beleza também pode transmitir.
Além disso, participar deste evento com um trabalho acadêmico é uma forma de, no seu ambiente – na sua área profissional, na sua atuação como estudante universitária – colocar em prática o que já nos aconselhava em 1982, o beato João Paulo II:
"Vós podeis ser como o fermento na massa; sois capazes de transformar as grandes metrópoles, as cidades, os ambientes intelectuais, e de levá-los a um futuro melhor, porque nos assuntos humanos tudo se realiza através e só através do próprio homem.
Certamente, se além disso o homem é movido pela força de Deus, com a graça de Deus e se caminha ao lado dEle, então é capaz de mudar o mundo. Animo-vos a transformar o mundo, a melhorá-lo. Que a última palavra deste UNIV seja este afã: melhorar o mundo” (João Paulo II no UNIV de 1982).
Apresentação
“A humanidade pode viver sem a ciência, pode viver sem pão, mas nunca poderia viver sem
a beleza, porque já não haveria motivo para estar no mundo”. Esta impressionante citação de
Dostoievski resume o pensamento de todas as pessoas que, ao longo da história, souberam ler o
sentido transcendente da vida e do mundo. Por isso, a busca pela beleza é um das motivações mais
fortes para a transformação do mundo: “A beleza serve para entusiasmar no trabalho. O trabalho,
para ressurgir” (Cyprian Norwid).
Nas palavras de Paulo VI, a beleza “une as gerações e faz elas se comunicarem na admiração”. Intuir a beleza é, com efeito, uma experiência divina, rara. É compreender em um detalhe a unidade do mundo; que, como dizia Anaxágoras, “tudo tem a ver com tudo”: o pequeno e o grande, o divino e o humano. É o fruto de um olhar atento e intenso, profundo, amoroso. E é – talvez isso seja o mais chamativo – uma experiência que as pessoas podem viver diariamente. Na Antiguidade, por exemplo, não se distinguia a arte, a técnica, o artesanato; eram igualmente técnicas, artes e eram igualmente belas.
Os antigos ensinaram cinco prismas a partir dos quais se pode olhar tudo o que existe, porque em tudo estão presentes; por esta onipresença chamaram-lhes ‘transcendentes’. Nas distintas épocas da história, uns teriam mais relevância que outros: o uno, a verdade e o bem. Em uma cultura como a atual, que dá preferência aos sentimentos sobre os argumentos, a beleza parece ocupar um posto especial.
Paradoxalmente, quando faria mais falta, nos encontramos em uma crise da educação estética, que pode degenerar em um sentimentalismo informe e impensado. Por isso faz-se necessário aprender a descobrir a beleza, algo que é possível em todos os campos do saber e do fazer: da moda à ciência mais abstrata, como demonstram numerosos exemplos contemporâneos.
Ao mesmo tempo, parece atual refletir sobre a linguagem da beleza, e sobre esta mesma como comunicadora de verdade e de bem, aos que se encontram intimamente ligados a ela. Como ensinava Joseph Ratzinger por volta dos anos 2000, a melhor resposta do cristianismo à mentalidade relativista está na mesma vida cristã.
O Fórum UNIV 2012 quer contribuir para a reflexão acerca da beleza, de seu poder transformador e inspirador (na arte, na ciência, na vida dos povos), de sua força de atração (na comunicação, por exemplo), da possibilidade de aprender a descobrir a beleza e distinguir a autêntica beleza das que são somente aparentes.
O tema do 45º Fórum Universitário Internacional UNIV 2012 é
“Pulchrum: O poder da beleza”
Roma, 31 de março – 8 de abril de 2012
Requisitos Formais
a) Trabalhos escritos:
I.Para a redação, sugerimos o seguinte esquema:
Introdução: expõe a questão a ser trabalhada.
Metodologia: pesquisa bibliográfica, análise de dados, etc.
Resultados e análises
Conclusão: O que este trabalho acrescenta à visão inicial da questão
levantada?
Proposta: Com este trabalho, quais as propostas para influenciar
positivamente na sociedade?
Bibliografia: referências bibliográficas consultadas
II. Os trabalhos escritos devem ser apresentados impressos ou em suporte informático. A extensão máxima é de 10 folhas - tamanho A4.
III. Acompanhando o trabalho escrito, deve-se enviar um abstract, resumo, do mesmo, que não ultrapasse 10 linhas, em que é expresso com precisão o tema tratado segundo o seguinte esquema: Introdução, Metodologia, Resultados, Conclusão, Proposta.
IV. É importante que as referencias e citações do trabalho tenham dados bibliográficos completos e que se mantenha a uniformidade. A título de orientação, a citação pode ser da seguinte forma:
Livros:
GLENDON, M. A., A Nation Under Lawyers: How the Crisis in the Legal Profession is
Transforming American Society, Cambridge: Harvard University Press, 1994, p. 40.
SPAEMANN, R., Ética: cuestiones fundamentales, Pamplona: EUNSA, 1987, p.113.
Artigos:
BENSON, I., “Notes Towards a (Re)Definition of the ‘Secular’” in U.B.C. Law Review,
2000 (33), pp. 519-528.
YEPES, R., “Los sentidos del acto en Aristóteles” en Anuario Filosófico, 1992 (25), pp.
493- 512.
Documentos do Magistério da Igreja:
Concilio Vaticano II, Const. Apost. Gaudium et Spes, 22.
João Paulo II, Enc. Evangelium Vitae, 17.
Internet:
Seguir as mesmas indicações caso se trate de um livro, artigo ou um documento do
Magistério, colocando no final o endereço eletrônico da seguinte forma:
Disponìvel em: http://www....
b) Vídeos:
I. Toda exposição no Congresso não deve superar dez (10) minutos.
II. O vídeo ou áudio que for enviado para seleção deve estar acompanhado de um texto que explique:
Objetivo
Conteúdo
Conclusão
III. A imagem e o som devem ser de boa qualidade.
c) Pôster:
I. Os trabalhos poderão ser apresentados em italiano, inglês e espanhol.
II. O pôster é um modo acadêmico de apresentar um trabalho escrito. Seu conteúdo não é menos crível que o de um trabalho escrito. É interessante repensar os elementos característicos desta modalidade de trabalho, pois não são os mesmos de um trabalho escrito ou de um vídeo. Em um pôster não deve haver excessiva informação, mas apenas a necessária para que se transmita uma mensagem concreta e deve-se procurar que seja atrativo do ponto de vista estético. No pôster, tudo comunica, por isso é importante ter em conta os objetos colocados, o tamanho, a cor, a simbologia, etc. para que estejam de acordo com a idéia que se quer transmitir.
III. Os pôsteres devem ser impressos ou em suporte informático
IV. Dimensões: altura de 100 cm e largura de 70 cm.
V. Deve-se incluir o título do pôster, o nome das autoras, o nome da Universidade, cidade e país. O texto do pôster deve ser legível a 2 metros de distancia.
VI. Os dados bibliográficos devem estar completos e uniformes (ver os exemplos citados acima).
Trabalhos Anteriores
Trabalhos premiados no UNIV 2011:
Freedom to be indifferent or excellent
Filme premiado no UNIV 2010:
Sugestões de Temas UNIV 2012
Temas gerais:
- A beleza como um transcendental: Aplicações de um tema clássico para o século XXI. A fundamentação da beleza em sua finalidade: ética e estética. Verdadeira beleza e beleza ilusória: a manipulação do Pulchrum.
Beleza e auto-transcendência . Transparência, abertura e respeito. A beleza como caminho até Deus.
Beleza e literatura: do ideal clássico às transformações contemporâneas.
A educação estética segundo C.S. Lewis. A essência da obra de arte sobre os passos de R. Guardini. Derivação emotiva da ética: modernidade e contemporaneidade.
A força libertadora da beleza: do Romantismo à experiência de V. Frankl nos campos de concentração.
Música, literatura, artes plásticas, poesia: uma necessidade humana, evasão do mundo ou uma visão profunda da realidade?
A beleza salvará o mundo. O lugar da beleza nos poderes do mundo contemporâneo.
A arte e a filosofia como aproximações profundas da realidade. Poetas e filósofos no mundo clássico.
Cristianismo, cultura e sociedade
A vida urbana e a percepção da beleza. A cidade moderna e seus ritmos permitem aos seus cidadãos desenvolverem o gosto pelo belo? É o museu o melhor lugar para transmitir a beleza da arte? A natureza como encontro com a beleza.
Tencologia e beleza: pode o artificial chegar a ser belo? A técnica: imita ou domina a natureza?
A imagem de Deus na história do cristianismo: da iconoclastia à arte figurativa. Existe um cânon objetivo que rege a representação do divino? A Bíblia: compêndio de imagens e inspiração artística.
Experiência religiosa e criação artística. A expressão artística e comunicação das experiências. Seria a arte capaz de transmitir uma experiência?
Os desafios da cultura de massa. É a arte algo para a elite? O desafio do pop art. Todos somos igualmente talentosos? Quem confere o status de artista?
A arte tem necessidade do cristianismo? O cristianismo tem necessidade dos artistas? Reflexões em torno da Carta de João Paulo II aos artistas e ao Encontro de Bento XVI com os artistas (Capela Sistina, novembro de 2009).
A beleza como desafio educativo. Os perigos que encerram uma sociedade insensível ao belo. Onde se educa o gosto estético? O papel da família, da escola e do Estado.
Beleza e vida cotidiana. É a beleza algo extraordinário? Beleza e virtude: a beleza de uma biografia sem grandes episódios. O esforço do belo. A vida como uma obra de arte.
Sentimentos, sensibilidade, caráter e emoções. O gosto pelo belo é algo inato ou é possível formá-lo? A educação da beleza como qualidade moral.
Oriente e Ocidente tem formas distintas de perceber a beleza? Existe um cânon universal para a beleza? O relativismo estético.
A universidade e o compromisso artístico. O espaço que a universidade deve dar as artes. Museus e coleções de arte na universidade.
Visão de arte cristã e sua relação com a beleza de El espíritu de la liturgia de Joseph Ratzinger na Essência da obra de arte de Romano Guardini. A liturgia como expressão do mistério através da beleza.
O papel da beleza na nova evangelização. Exemplos concretos da difusão do cristianismo através da arte.
Beleza e celebração. O sentido da festa e a banalização do festivo.
Ciência e Medicina
Beleza e ordem na natureza: a beleza como inspiração para descobertas ao longo da história da ciência.
Seria a beleza um critério no julgamento de teorias científicas? Casos concretos: Copérnico, Einstein, Heisenberg.
A admiração e a experiência estética no início da pesquisa científica. A importância da curiosidade, do jogo, da imaginação, da intuição em seu desenvolvimento. Estudo de casos concretos.
A natureza matemática da beleza e o senso estético na matemática. Um exemplo: fractais.
A matemática na arte. Estudo de diversas artes: pintura, música... A beleza dos números, o papel do número na busca da beleza (os cânones clássicos).
A beleza como terapia psicológica. Harmonia, equilíbrio e saúde. Saúde mental e apreciação do belo na vida cotidiana.
Transtornos mentais provocados pela proliferação de imagens violentas. O caso dos videogames.
Divulgação científica: fazer compreensível e atrativo o inacessível.
Comunicação
A arte de comunicar positivamente. Iniciativas e campanhas em torno da cultura de vida, da liberdade religiosa, da família. Os comunicadores como artífices da beleza.
O caminho que conduz à percepção da beleza: argumentos, deduções, razões? Pode-se comunicar aos demais o gosto pelo belo? Podemos demonstrar a beleza de algo?
Cinema e qualidade artística: Um cinema experimental e independente é a salvação do cinema como uma forma de arte? Cinema: arte ou consumo? O processo de elaboração de um guia de cinema.
A beleza e a cultura do imediato. Necessidade do tempo e descanso para a percepção do belo. O ócio como condição para a arte.
A deterioração da beleza nos reality shows e na publicidade. A imitação dos modelos cinematográficos. Publicidade e modelos de conduta: usos e abusos da noção clássica de beleza.
Relação entre estética, poesia e ética nos meios audiovisuais (cinema, televisão etc.): pode um filme, uma série, ser bela e ao mesmo tempo “imoral”?
A representação do mal. O cinema e os modelos de heróis contemporâneos.
Criatividade e beleza nos meios de comunicação. Beleza e verdade na comunicação digital: a criação de perfis e a identidade. Verdade e respeito nos meios de comunicação.
A beleza está no interior? Imagem e realidade nos meios de comunicação. Visibilidade, popularidade e narcisismo. Beleza e economia da atenção na mídia: o que vem depois da fama? O valor da imagem em marcas e instituições.
O clichê. Comunicação e estereótipos. Os meios de comunicação estão obrigados a dizer a verdade ou a não mentir deliberadamente? Retórica e comunicação.
A gramática da comunicação on-line: SMS, emails, chat. A linguagem como transmissor de beleza e o empobrecimento do valor das palavras.
Economia, Direito, Política
Política e arte. Os desafios da arte política. Agendas culturais. A arte nos regimes totalitários.
Direitos autorais vs. liberdade de expressão e de compartilhar conteúdos digitais. Os limites da propriedade intelectual.
A vulgarização do Direito. Linguagem constitucional, política e jurídica. Onde se encontram as fronteiras? A linguagem dos direitos da jurisdição da política.
Teoria pura do Direito. Resta algo do esforço kelseniano para purificar o Direito da moral? Isto é possível?
Esforço, sacrifício e crescimento econômico. Trabalho em equipe e desenvolvimento pessoal. Solidariedade entre gerações. Eficiência e comodidade ao serviço da sociedade.
Leilões de arte: quem decide o valor de um Van Gogh? A proteção constitucional do patrimônio artístico.
Fundamento e limites da liberdade de criação artística. Existem normas de criação artística?
Estética e verdade nos grandes textos constitucionais. Beleza e direito natural nos clássicos políticos.
Estética e linguagem na retórica parlamentar: a desvalorização do discurso político. Linguagem jurídica e comunicação eficaz: uma matéria pendente?
Arte e arquitetura
A arte e o especialista. Existe uma linguagem científica da arte? É preciso saber muito para entender uma obra de arte? Arte, expressão, conhecimento. Técnica e expressão na história da arte.
Música e contemplação do belo. A reflexão dos clássicos sobre a música. É necessário que a música seja bela?
O esteticismo e a arte pela arte. Pode-se considerar a arte algo autônomo, mais além do bem e da verdade?
Estilos, cânones, regras e correntes. Como analisar a arquitetura de um edifício? Funcionalidade e estética. Modelos de uma arquitetura bem sucedida.
Inspiração e trabalho. O itinerário de uma obra mestra. Exemplos e historias de como o esforço se traduz em arte. O processo criador: encontro-expressão.
Decisões nascidas do encontro com a beleza: Perder y Ganar de J.H. Newman; El velo de Verónica de G. von le Fort; Paul Claudel; G. Marcel; M. García Morente...
A experiência estética como descobridora de sentido. A representação da beleza no tempo. A leitura da obra de arte: a ética da recepção.
A obra de arte como estímulo para a liberdade: estudo de obras concretas. A arte é necessária para a vida? Uma função social do artista?
Arte contemporânea e verdade: oposição entre o belo e o autêntico? Novas formas de beleza na arte contemporânea: entre o sublime e o kitsch. Feiura e estética underground nas artes plásticas. O belo e o sinistro na arte contemporânea.
Hiper-realismo nas distintas manifestações artísticas: pintura, escultura, cinema...
Funcionalidade e beleza: a genialidade na arquitetura. A beleza na arquitetura melhora a vida humana? A beleza das construções em aço. Perspectivas contemporâneas da arquitetura religiosa.
O diálogo entre modernidade e cristianismo. Um exemplo: Gaudí e a basílica da Sagrada Família.
Bibliografia
Mensagem para os artistas dos recentes Papas.
PAULO VI, Mensagem aos artistas, 8 Dezembro de 1965.
JOÃO PAULO II, Carta aos artistas, 4 Abril de 1999.
BENTO XVI, Encontro com os artistas na Capela Sistina, 21 Novembro 2009.
Clássicos
SÓFOCLES, Antigônia.
PLATÃO, Ion.
PLATÃO, Phædrus.
PLATÃO, Hippias Major.
PLATÃO, O simpósio.
ARISTÓTELES, Poetics.
CICERO, A República.
LONGINUS, On the sublime.
SANTO AGOSTINHO, Confissões.
Essays and monographs
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S. ZWEIG, Das Geheimnis des künstlerischen Schaffens.
S. ZWEIG, Sternstunden der Menschheit. Zwölf historische Miniaturen
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